Do baú... #2

Foram anos, semanas, dias,


Virados para o poente da vida


Onde noites bem quentes e frias


Criaram uma guerreira desta vida


 


Quantas lágrimas caíram...


Nessas mãos arrebatadoras!


Quantos gritos se calaram...


Entre vontades ameaçadoras


 


Ser poeta não é quem escreve


Mas aquele que nunca mente.


Pois o único amor que não trave


O desejo, a força e a paixão que sente.

Comentários

  1. Poderemos ter escrito certas coisas há 150 anos ou ontem, mas são as nossas coisas, os nossos pensamentos, os nossos poemas, sempre.

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  2. Isabel,

    Éé bem verdade o que escreveste.
    Porque já não temo críticas ferozes é que comecei a publicar isto.
    Pensamentos, pedacos de histórias sem um fim definido, tanta nas tanta coisa que tenho escrito.
    Depois os originais manuscritos de escritos que já publiquei... tão giro a diferença.
    Obrigado.

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  3. É verdade.
    Todavia gostaria que tivessem mais qualidade...
    Era só o que desejaria.
    E cada dia descubro algo novo...

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