Do baú... #2

Foram anos, semanas, dias,


Virados para o poente da vida


Onde noites bem quentes e frias


Criaram uma guerreira desta vida


 


Quantas lágrimas caíram...


Nessas mãos arrebatadoras!


Quantos gritos se calaram...


Entre vontades ameaçadoras


 


Ser poeta não é quem escreve


Mas aquele que nunca mente.


Pois o único amor que não trave


O desejo, a força e a paixão que sente.

Comentários

imsilva disse…
Poderemos ter escrito certas coisas há 150 anos ou ontem, mas são as nossas coisas, os nossos pensamentos, os nossos poemas, sempre.
José da Xã disse…
Mas deveria ser um pedacinho melhor, não acha?
José da Xã disse…
Isabel,

Éé bem verdade o que escreveste.
Porque já não temo críticas ferozes é que comecei a publicar isto.
Pensamentos, pedacos de histórias sem um fim definido, tanta nas tanta coisa que tenho escrito.
Depois os originais manuscritos de escritos que já publiquei... tão giro a diferença.
Obrigado.
José da Xã disse…
É verdade.
Todavia gostaria que tivessem mais qualidade...
Era só o que desejaria.
E cada dia descubro algo novo...

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