Não quero fama nem proveito Diz este pobre escriba de versos. Continuar mesmo sem jeito, A esgalhar textos travessos. Ser poeta não é apenas isto, Deixar as palavras fugirem. É qual oleiro, criar um registo Das muitas almas a abrirem. Não serei, nem bom nem mau, Poeta de enormes feitos. Como o tocador de berimbau Que não sabe outros preceitos. Vivi anos a tentar escrever O que ninguém ousara dar luz. Passou o tempo mui a correr Nem percebi qual a minha cruz. Qual amor, qual paixão A varrer-me todo por dentro. Ficou dorido, sim, o coração Por ser só ou apenas o centro.
A combinação de desejo, dor e sonho cria uma atmosfera poética tocante.
ResponderEliminarObrigado!
ResponderEliminarÉ preferível morrer de amores, do que de uma doença!
ResponderEliminarSe for para morrer ao menos que seja de amor
ResponderEliminarMuito profundo!!!
ResponderEliminarBeijinhos!!
Olha nunca tinha pensado nisso!
ResponderEliminarMas per'aí o amor não é uma doença?
Todos temos de morrer um dia!
ResponderEliminarToma cuidado não caias na profundidade!
ResponderEliminarÉ uma doença saudável!
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ResponderEliminarBom fim-de-semana!
ResponderEliminarÉ pá! Olha o coração!
ResponderEliminarbom dia, amigo
ResponderEliminaros livros que te enviei
são por exemplo,
para ofereceres a quem deles gostará.
li o que me enviaste e regalei-me
com os contos campestres.
de facto, começaste com o mais violento.
adorei o livro.
beijo enorme
e fresca semana
Qual deles?
ResponderEliminarAna,
ResponderEliminarPor acaso quando alinheinl os textos não tive essa preocupação. Mas se houver novo livro terei mais cuidado.
Obrigado pela reacção e ainda bem que gostaste.
Bom fim de semana!