Dor da partida
Estou de partida para lugar nenhum
porque aqui não é o meu lugar.
Parto sem procurar mundo algum,
Deixo para trás tudo. Devagar.
Foi tempo perdido aquele que vivi
Sob a bela manta de um sonho.
Foi tempo ganho aquele que aprendi
A amar sem saber de onde venho.
Dói-me a pura alma e o pobre coração
Por já não saberem sequer chorar,
Mas a dor que carrego na mansa mão
não sabe que destino há-de partilhar.
Muito bonito José. Conheço essa viagem... talvez por isso nos tenhamos cruzado pelo caminho.
ResponderEliminar😊🌞
Beijinhos
A partida dói, mesmo sendo para lugar nenhum, ou precisamente por ser para lugar nenhum.
ResponderEliminarPoesia fresca em manhã fria
ResponderEliminarNasceu talvez junto à lareira
A essa hora ainda eu dormia
Só porque hoje é quarta-feira
Abraço amigo
Quiçá?
ResponderEliminarFresca ou fraca demanda
ResponderEliminarDe escrever um poema.
Diz quem sabe e manda
Que será sempre dilema.
Foi de noite enfiada
Que dei luz à estrofe
Talvez mui arrepiada
Deu nesta catástrofe.
N
N
É usso mesmo!
ResponderEliminarBom descanso!
Gostei imenso!
ResponderEliminarObrigado!
ResponderEliminarLindo! E não foi tempo perdido para ti que tão bem escreveste, nem para quem te lê!
ResponderEliminarDilema, meu caro, não será
ResponderEliminarQuem escreve com paixão
Em demanda sempre haverá
Para um Minhoto ou Beirão
Muito bonito!
ResponderEliminarDe Beirão tenho pouco
ResponderEliminarJá que sou alfacinha.
Mas dilema de um louco
É certamente sina minha.
Ohhhh Obrigado Ana!
ResponderEliminarObrigado Di.
ResponderEliminarE agora temos Poeta! Lindo meu caro amigo.
ResponderEliminarBoa noite José.
Bjs
Olga,
ResponderEliminarpara ser poeta ainda tenho um longuíssimo caminho para trilhar!
Obrigado de igual forma!