Azul claro!
Quantas enciclopédias de ler haverei,
Até descobrir um belo amor simples?
Quantas palavras terei de rabiscar,
Para que descubras quanto te amo?
Quantos trilhos me obrigo a percorrer
Até encontrar a sumíssima felicidade?
Quantas lágrimas deverei eu chorar
Para lavar a minha dor e alma sofrida?
Quanto Sol acharei no céu azul claro,
Até encontrar um telhado verdadeiro?
Em quantos frios e relentos dormirei
Até encontrar uma doce mão amiga?
Quantos dias faltarão para que eu parta,
Naquela viagem tão única sem retorno?
Enfim quanto do meu imo quererá saber
Se o fim anunciado é o fim mais perfeito?
Texto escrito no âmbito do desafio da "caixa de lápis de cor" da Fátima,. Entram também a Concha, a A 3ª Face, a Maria Araújo, a Peixe Frito, a Imsilva, a Luísa De Sousa, a Maria, a Ana D., a Célia, a Charneca Em Flor, a Gorduchita, a Miss Lollipop, a Ana Mestre a Ana de Deus, a Cristina Aveiro, a bii yue, e o João-Afonso Machado.
Entretanto a veneradíssima Marquesa de Marvila entrou neste desafio também com um curioso texto.
Tão lindo...
ResponderEliminarTem um excelente dia, meu amigo
B'jinhos
Simpatia tua!
ResponderEliminarÀ terceira tentativa saiu isto... imagina os outros.
Resto de um óptimo dia.
estás bem? se precisares estou aqui, envia-me um email. tens psicóloga ou psiquiatra a acompanhar-te, amigo? tu estás com uma depressão. teres adoecido tirou-te a esperança? eu quando não estou bem e escrever à minha psiquiatra não é suficiente ligo para a Saúde 24 e converso com uma das psicólogas e elas podem ajudar-te a sério. agora fiquei preocupada contigo, não gosto que te ponhas a falar da morte se não tiveres acompanhamento médico. fazes isso por mim, por nós todas que tanto carinho te temos? abraço apertado
ResponderEliminarQue lindo, lindo Beijinhos e tenha um dia feliz
ResponderEliminarAna
ResponderEliminarAgradeço de coração a tua preocupação mas sou um homem bemclbresolvido com a vida.
Por vezes para escrever estes textos imagino-me outra pessoa, com outros sentimentos.
Quase à moda de Pessoa.
Para a semana o texto será muito diferente.
Obrigado de igual forma.
Compreendo-te
ResponderEliminarO meu texto de hoje... não era para ser para hoje. Não tive nem tempo, nem disponibilidade mental para fazer outro. Tenho de me sentar, colocar os fones com musica clássica e deixar a coisa fluir... e nos últimos dias isso não foi possível.
Tinha este de lado, talvez para a ultima cor, mas olha, teve de ser esta semana. Felizmente que o lápis não era cor-de-rosa.
Também se arranjava, mas assim ficou melhor
B'jinhos
Obrigado.
ResponderEliminarMas reconheço que não está grande coisa.[<)]
Estava a ler este poema e esqueci que eras tu que eu lia.
ResponderEliminarTriste, mas bonito
Que lindo José ... uma escrita que não estamos habituados em ti ... está maravilhoso
ResponderEliminarBeijinhos
Feliz Dia
Ah Poeta !!!! Maravilhoso. Como sempre
ResponderEliminarFátima,
ResponderEliminarIsto das cores é um exercício difícil.
Os próximos textos serão diferentes...
Os poetas são geralmente o essoas tristes.
ResponderEliminarMas eu não sou um poeta.
Obrigado.
Obrigado Luísa.
ResponderEliminarSe vez em quando sai uma parvoíce destas. [<)]
Fica bem e cuida-te.
Poeta? Onde, onde, onde...
ResponderEliminarObrigado.
Que linda esta forma de retratar a permanente busca pelo amor e pela amizade ao longo da vida!
ResponderEliminarAdorei, José!
Feliz dia!
Obrigada Ana,
ResponderEliminarNo fundo passamos a vida em busca de algo... seja amor, amizade, solidariedade...
Andas muito poeta, muito sentimental. É por onde o lápis nos leva às vezes...
ResponderEliminarLembras-te do que te falei a semana passada?
ResponderEliminarPois aconteceu esta semana.
Este é um texto assim... pobre e parvo.
Como disse à Ana de Deus tenho de me colocar na lugar de outros e escrever.
Foi o que aconteceu desta vez... E noutras...
não gosto do que vou fazer mas estás sempre a desvalorizar-te o que é uma falta de respeito pelo teu esforço e pela opinião de cada pessoa que te parabeniza, por isso aqui vai um comentário a teu gosto:
ResponderEliminar"que texto mais fraquinho, parvo e pobre! mas de ti o que é que se há de esperar? tens razão em teres vergonha."
espero que tenhas ficado feliz por seres tratado, como te tratas a ti próprio beijos e cuida-te
Ahahahahahah!
ResponderEliminarFinalmente alguém a dar-me o verdadeiro valor!
Mas deixa-me agora pedir uma coisa: compara este com o poema da cor laranja?
E depois diz o que achas sinceramente.
O poema da cor laranja está bonito, mesmo não rimando. E gostei muito de o escrever.
Na realidade a nossa vida é sempre assim: feita de comparações.
Mais... eu ao dizer o que digo de mim mesmo obriga-me a trabalhar mais os textos de forma a que saiam melhores.
Acrescento que Eça de Queirós ia às tipografias pedir para ler as provas e naquele momento exigia alterar. Até que foi proibido de entrar...
A autocritica nem sempre é negativa.
Obrigado e desculpa...
Sou um parvo!
É isto que chamas de bodega?
ResponderEliminarAmeiii
Obrigado!
ResponderEliminarAh, achei. Bem bonito, este poema . A busca eterna.
ResponderEliminarÉ mesmo isso!
ResponderEliminarBelo poema!
ResponderEliminarObrigado!
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