Azul claro!
Quantas enciclopédias de ler haverei,
Até descobrir um belo amor simples?
Quantas palavras terei de rabiscar,
Para que descubras quanto te amo?
Quantos trilhos me obrigo a percorrer
Até encontrar a sumíssima felicidade?
Quantas lágrimas deverei eu chorar
Para lavar a minha dor e alma sofrida?
Quanto Sol acharei no céu azul claro,
Até encontrar um telhado verdadeiro?
Em quantos frios e relentos dormirei
Até encontrar uma doce mão amiga?
Quantos dias faltarão para que eu parta,
Naquela viagem tão única sem retorno?
Enfim quanto do meu imo quererá saber
Se o fim anunciado é o fim mais perfeito?
Texto escrito no âmbito do desafio da "caixa de lápis de cor" da Fátima,. Entram também a Concha, a A 3ª Face, a Maria Araújo, a Peixe Frito, a Imsilva, a Luísa De Sousa, a Maria, a Ana D., a Célia, a Charneca Em Flor, a Gorduchita, a Miss Lollipop, a Ana Mestre a Ana de Deus, a Cristina Aveiro, a bii yue, e o João-Afonso Machado.
Entretanto a veneradíssima Marquesa de Marvila entrou neste desafio também com um curioso texto.
Comentários
Tem um excelente dia, meu amigo
B'jinhos
À terceira tentativa saiu isto... imagina os outros.
Resto de um óptimo dia.
Agradeço de coração a tua preocupação mas sou um homem bemclbresolvido com a vida.
Por vezes para escrever estes textos imagino-me outra pessoa, com outros sentimentos.
Quase à moda de Pessoa.
Para a semana o texto será muito diferente.
Obrigado de igual forma.
O meu texto de hoje... não era para ser para hoje. Não tive nem tempo, nem disponibilidade mental para fazer outro. Tenho de me sentar, colocar os fones com musica clássica e deixar a coisa fluir... e nos últimos dias isso não foi possível.
Tinha este de lado, talvez para a ultima cor, mas olha, teve de ser esta semana. Felizmente que o lápis não era cor-de-rosa.
Também se arranjava, mas assim ficou melhor
B'jinhos
Mas reconheço que não está grande coisa.[<)]
Triste, mas bonito
Beijinhos
Feliz Dia
Isto das cores é um exercício difícil.
Os próximos textos serão diferentes...
Mas eu não sou um poeta.
Obrigado.
Se vez em quando sai uma parvoíce destas. [<)]
Fica bem e cuida-te.
Obrigado.
Adorei, José!
Feliz dia!
No fundo passamos a vida em busca de algo... seja amor, amizade, solidariedade...
Pois aconteceu esta semana.
Este é um texto assim... pobre e parvo.
Como disse à Ana de Deus tenho de me colocar na lugar de outros e escrever.
Foi o que aconteceu desta vez... E noutras...
"que texto mais fraquinho, parvo e pobre! mas de ti o que é que se há de esperar? tens razão em teres vergonha."
espero que tenhas ficado feliz por seres tratado, como te tratas a ti próprio beijos e cuida-te
Finalmente alguém a dar-me o verdadeiro valor!
Mas deixa-me agora pedir uma coisa: compara este com o poema da cor laranja?
E depois diz o que achas sinceramente.
O poema da cor laranja está bonito, mesmo não rimando. E gostei muito de o escrever.
Na realidade a nossa vida é sempre assim: feita de comparações.
Mais... eu ao dizer o que digo de mim mesmo obriga-me a trabalhar mais os textos de forma a que saiam melhores.
Acrescento que Eça de Queirós ia às tipografias pedir para ler as provas e naquele momento exigia alterar. Até que foi proibido de entrar...
A autocritica nem sempre é negativa.
Obrigado e desculpa...
Sou um parvo!
Ameiii