O Inverno em mim

Há quanto tempo,


sol


Que não te deixas ver?


Uma invernia daquelas,


Chuva


A surgir diariamente.


 


Há quanto tempo,


Amor


Não vês as minhas mãos?


Uma tristeza imensa,


Dor


A corroer por dentro.


 


Há quanto tempo,


Vida


Não alegras meu coração?


Uma bravata vincada,


Guerra


A lutar comigo.

Comentários

amorlíquido disse…
Sempre encantador na forma como escreve!
Bom fim de semana
José da Xã disse…
Sempre tão simpática.
Obrigado e cuida-se.
Sarin disse…
Então, meu amigo, que se passa contigo para que o lamento te ocupe a escrita?
Espero que estejas bem.
E que não me suponhas de ti esquecida pela ausência de resposta...
Vá, e agora vai ver o meu último postal e ajuda-me, sff :p
Beijocas
José da Xã disse…
Nada de esoecial... covid, sem a neta...
Uma amargura!
Sarin disse…
Uma amargura muito especial, então.
Que passará em breve, assim desejo :**
José da Xã disse…
Obrigado amiga.
Imagina quem vem segunda feira...
M. Martins disse…
Há quanto tempo o tempo não nos dá tempo !!
Abraço
Fique bem..
José da Xã disse…
É engraçado como o tempo nos dá vida vivida e nos retira vida para viver.
Aquelas voisas filosóficas que por vezes noa atentam os dias.
Abraço e cuide-se.

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