O Inverno em mim
Há quanto tempo,
sol
Que não te deixas ver?
Uma invernia daquelas,
Chuva
A surgir diariamente.
Há quanto tempo,
Amor
Não vês as minhas mãos?
Uma tristeza imensa,
Dor
A corroer por dentro.
Há quanto tempo,
Vida
Não alegras meu coração?
Uma bravata vincada,
Guerra
A lutar comigo.
ResponderEliminarBeijinhos
Sempre encantador na forma como escreve!
ResponderEliminarBom fim de semana
Que lindo meu querido!
ResponderEliminarObrigado pela visita.
ResponderEliminarCuida-te...
Sempre tão simpática.
ResponderEliminarObrigado e cuida-se.
Obrigado Ana.
ResponderEliminarEntão, meu amigo, que se passa contigo para que o lamento te ocupe a escrita?
ResponderEliminarEspero que estejas bem.
E que não me suponhas de ti esquecida pela ausência de resposta...
Vá, e agora vai ver o meu último postal e ajuda-me, sff :p
Beijocas
Nada de esoecial... covid, sem a neta...
ResponderEliminarUma amargura!
Uma amargura muito especial, então.
ResponderEliminarQue passará em breve, assim desejo :**
Sim... segunda ja vem...
ResponderEliminarBela inspiração...
ResponderEliminarObrigado amiga.
ResponderEliminarImagina quem vem segunda feira...
Há quanto tempo o tempo não nos dá tempo !!
ResponderEliminarAbraço
Fique bem..
É engraçado como o tempo nos dá vida vivida e nos retira vida para viver.
ResponderEliminarAquelas voisas filosóficas que por vezes noa atentam os dias.
Abraço e cuide-se.