As minhas palavras

Leio e releio novos e velhos livros,


Páginas ricamente repletas,


De histórias, romances e lágrimas,


Cores, alegrias e esperanças.


 


Leio e releio recentes e antigos poemas,


Compêndios perfeitos de outros cheiros.


Pedaços de dor em palavras impossíveis,


Muitas luzes, sonhos, gritos e paixões.


 


Leio e releio incontáveis palavras.


Carregadas de garra, força e ensejos.


São nacos de vozes impossíveis,


Recheadas de ideias e saudade.


 


Das minhas… oh das minhas,


sobram unicamente os desejos.

Comentários

MJP disse…
Belas palavras, José! :)
Resto de dia Feliz!
Sarin disse…
E o que sobra é, talvez, o que importa.
Belo poema!
Beijos, cuida de ti
imsilva disse…
Que bem que me soube este poema!
Mafalda disse…
Não costumo ser muito uma apreciadora de poemas, mas gostei imenso
José da Xã disse…
Mafalda,

a poesia é o verdadeiro espelho da alma.
Não escrevo muita poesia e assumo que nem tenho grande competência para tal...
Mas de vez em quando sai...
Como se fosse aquela borbulha na cara que queremos espremer, entendes?
Mafalda disse…
Entendo perfeitamente, e garanto-te que a competência está toda aí
José da Xã disse…
Onde, onde, onde?... (tens de ler muito depressa para ter piada ).
É que aqui não a vejo.
Beijos miuda.

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