As minhas palavras
Leio e releio novos e velhos livros,
Páginas ricamente repletas,
De histórias, romances e lágrimas,
Cores, alegrias e esperanças.
Leio e releio recentes e antigos poemas,
Compêndios perfeitos de outros cheiros.
Pedaços de dor em palavras impossíveis,
Muitas luzes, sonhos, gritos e paixões.
Leio e releio incontáveis palavras.
Carregadas de garra, força e ensejos.
São nacos de vozes impossíveis,
Recheadas de ideias e saudade.
Das minhas… oh das minhas,
sobram unicamente os desejos.
Belas palavras, José! :)
ResponderEliminarResto de dia Feliz!
E o que sobra é, talvez, o que importa.
ResponderEliminarBelo poema!
Beijos, cuida de ti
Obrigado.
ResponderEliminarObrigado miúda.
ResponderEliminarQue bem que me soube este poema!
ResponderEliminarNão costumo ser muito uma apreciadora de poemas, mas gostei imenso
ResponderEliminarPobre e triste poema...
ResponderEliminarMafalda,
ResponderEliminara poesia é o verdadeiro espelho da alma.
Não escrevo muita poesia e assumo que nem tenho grande competência para tal...
Mas de vez em quando sai...
Como se fosse aquela borbulha na cara que queremos espremer, entendes?
Que bom de ler :)
ResponderEliminarBoa semsana!
Obrigado.
ResponderEliminarBeijos miúda e cuida-te.
Entendo perfeitamente, e garanto-te que a competência está toda aí
ResponderEliminarOnde, onde, onde?... (tens de ler muito depressa para ter piada ).
ResponderEliminarÉ que aqui não a vejo.
Beijos miuda.