Ao fim de mim
Não quero fama nem proveito
Diz este pobre
escriba de versos.
Continuar mesmo
sem jeito,
A esgalhar
textos travessos.
Ser poeta não é
apenas isto,
Deixar as
palavras fugirem.
É qual oleiro,
criar um registo
Das muitas
almas a abrirem.
Não serei, nem
bom nem mau,
Poeta de enormes
feitos.
Como o tocador
de berimbau
Que não sabe outros
preceitos.
Vivi anos a
tentar escrever
O que ninguém
ousara dar luz.
Passou o tempo mui
a correr
Nem percebi qual
a minha cruz.
Qual amor, qual
paixão
A varrer-me todo
por dentro.
Ficou dorido,
sim, o coração
Por ser só ou
apenas o centro.
Comentários
Bonito, os teus versos.
Luisa Faria.
:)
Proveito e fama não quero,
Só quero achar um cantinho
No qual com graça e com esmero
Rime com todo o carinho
*
O seu já está encontrado
E é muito acolhedor...
Não procure noutro lado,
Por aqui está bem melhor!
*
Um abraço, José da Xã
PS- Faz-me falta o cravo vermelho...
Um beijinho
Para já nem sei dizer
Certamente nem pior
Com amigos a escrever.
O futuro dirá assim
Se aqui fico ou não.
Uma incerteza enfim
A atormentar o coração.
Uma Noite descansada MAria João e Obrigado pela visita. Acho o espaço demasiado escuro. Vale a minha foto de fundo do nascer do Sol na aldeia.
Espero que tenha passado uma noite tranquila na sua nova morada.
Nem vou espraiar-me muito acerca dos meus exames de hoje. Só lhe digo que não seria fácil estarem piores.
Mas, caramba, que falta sinto dos emoticons do Sapo! Será que este condomínio não disponibiliza uns sorrisinhos, umas risadas, um piscar de olhos e, acima de tudo, um cravo vermelho???
Um abraço amigo
Entristece-me sabê-la tão doente, tão enferma. Caramba a doença já deveria ter percebido que uma poetisa não se vai abaixo facilmente.
Posto isto espero as suas melhoras, tome cuidado com o frio que está para chegar e continue a escrever.
Os bonecas haveremos de arranjar. Deixe ver como isso de processa.
https://asmontanhasqueosratosvaoparindo.blogs.sapo.pt/uma-morada-no-sapal-reivindicacao-239305
Um abraço!!!
Vamos ver como nos adaptamos.
Saúde e Paz.