Anjo!
Ao meu neto E.
Nasceste em dia Santo
Que eu Nele creio.
Sem enorme pranto
Nem bonito nem feio.
Uma peça pequena
Com ela ergo um castelo.
Uma vida eterna
Simples, qual novelo.
Aconchegar-te a mim,
Foi dádiva divina.
Um lindo anjo assim
Um brilho na retina.
Irás correr e saltar
Qual bela criança.
Irei eu então ficar
Envolto na esperança
Que tu partas, José,
ResponderEliminarno raio que te parta,
seja amiga, seja viva
depois de farta
a vida, José, abrigo, Amadora,
avó, é o que é,
de idade, fraternidade
de quem te adora,
sanidade, ó José,
vive e torna a viver,
revive, e acredita,
Deus está, Deus é
Para todos,
para ti, José.
(com as minhas desculpas, José, com a minha amizade, e totalmente de improviso)
Se foi de improviso, João-Afonso, imagino o que seria pensado!
ResponderEliminarMas está uma resposta fantástica e adorei a frase: "Deus está, Deus é"!
Fantástico.
Um destes dias entra-te pela porta uma ranchada de crianças e irão puxar-te as barbas brancas!
ResponderEliminarmuito bom
Obrigado!
ResponderEliminarTão bom!
ResponderEliminarQuanto não vale ser criança e ter um avô assim... espetacular
Muito bom.! O Eduardo já inspira poesia.
ResponderEliminarTão lindo o teu amor vai-se dividindo por esses pequenos seres que se ramificam de ti.
ResponderEliminarBjs
Como qualquer criança!
ResponderEliminarOlga,
ResponderEliminarjá começam a ser muitos!
Bom fim de semana.
Mas que belo poema lhe inspirou o seu novo rebento, José
ResponderEliminarSim, tenho estado ausente e embora não tenha caído escada abaixo a minha saúde vai estando cada vez mais fracota...
Voltarei sempre que puder, mas não irei pôr as mãos no fogo pela minha própria assiduidade, que nunca sei em que estado vou acordar no dia seguinte...
Um abraço e muitas felicidades para o seu pequenino Eduardo!
Viva Maria João,
ResponderEliminardesculpe só responder agora mas tenho andado envolvido com o meu próximo livro e isso retirou-me tempo e acima de tudo alguma paz.
Este fraquíssimo poema traduz a luz de mais uma criança na família. Foi o que a musa me deixou escrever. Eu gostaria de algo bem melhor, mas não consegui.
Pelo menos rima... já não é mau!
Obrigado pela visita.
Agora a sua saúde... como tem andado? Desejo-lhe profundamente as suas melhoras e que viva cada dia de forma corajosa. Porque percebo em si um estoicismo invulgar.
Bem haja pelo exemplo e tenacidade. Sinto-me um privilegiado por a conhecer.
Mais uma vez... coragem!
Obrigada, José :)
ResponderEliminarImaginei-o muitíssimo ocupado com este seu novo netinho, mas vejo que ainda encontra tempo para dedicar ao seu próximo livro. Estoicismo é coisa que também lhe não falta!
Quanto ao poema, não precisaria de rimar para ser um poema. Eu escrevi poesia em verso branco ou livre até aos meus 55 anos... Depois de me apaixonar pelo soneto é que fui largando aos poucos o verso branco. Embora goste muito desse tipo de poesia, a poesia metrificada fascina-me muito mais. Foi uma paixão serôdia, mas veio para ficar. :)
Na próxima semana vai começar uma nova romaria de consultas, a princípio espaçadas, mas em crescendo até Junho, com ecocardiograma trans-torácico, novas análises e consulta de Cardiologia. Enfim, a velha rotina de sempre que só não é muito aborrecida porque me faz passar pela Marginal que é lindíssima, faça o tempo que fizer.
Boas escritas e um abraço