Não quero fama nem proveito Diz este pobre escriba de versos. Continuar mesmo sem jeito, A esgalhar textos travessos. Ser poeta não é apenas isto, Deixar as palavras fugirem. É qual oleiro, criar um registo Das muitas almas a abrirem. Não serei, nem bom nem mau, Poeta de enormes feitos. Como o tocador de berimbau Que não sabe outros preceitos. Vivi anos a tentar escrever O que ninguém ousara dar luz. Passou o tempo mui a correr Nem percebi qual a minha cruz. Qual amor, qual paixão A varrer-me todo por dentro. Ficou dorido, sim, o coração Por ser só ou apenas o centro.
A veia poética continua ativa e isso é bom para a circulação da cultura. Muitos parabéns, saúde da boa para todos e boas férias. Abraço
ResponderEliminarO novelo do futuro não é para ser desenrolado...é para ser vivido, mas a seu tempo...:))abraço
ResponderEliminarUm bom dia, José!
ResponderEliminarGosto muito deste NOCTURNO em verso livre, rimado no segundo e quinto versos de cada estrofe, José.
ResponderEliminarUm abraço
Obrigado caríssimo.
ResponderEliminarPor onde estamos de férias? Eu... no sítio dos costume!
Forte abraço.
Ou então desenrolado mui devagar!
ResponderEliminarForte abraço.
Obrigado Beatriz!
ResponderEliminarE já leste aquela grandiosa obra escrita?
Sinceramente estes poemas serão mais simples de escrever.
ResponderEliminarTodavia as quadras, dando mais trabalho na sua concepção, acabam por ficar muuuuuuuuuuuuuuito melhores que este mísero poema!
Obrigado pelas suas simpáticas palavras.
Bela inspiração!
ResponderEliminarMuito bonito.
ResponderEliminarNão gozes, faxavor!
ResponderEliminarObrigado!
ResponderEliminarTerminei hoje!!! nem de propósito!!!
ResponderEliminarXiiiiiiiiiiiiii!
ResponderEliminarNem digas mais nada!
Não sei, não, José... Está claríssimo que eu, aos 55 anos, optei pela poesia metrificada, sobretudo sob a forma de soneto, mas também gosto muito de um bom poema em verso branco e/ou verso livre. São todos poesia e quando bem conseguidos, há poemas magníficos nos quais não se vê uma única rima.
ResponderEliminarEu própria, escrevi sempre em verso branco até, já entradota, me apaixonar pelo soneto...
Abraço
Boa noite Maria João,
ResponderEliminardisse bem no seu comentário: quando bem conseguidos!
Sinceramente não sei se é o meu caso...
Mas creia-me que também não será coisa para me tirar o sono, por que se há algo que aprendi com a vida é que temos de ter consciência das nossas limitações.
Se em termos de prosa não sou... "aquela máquina" (lembra-se do anúncio?) ainda assim sinto que consigo ser melhor que na poesia.
Mas isto sou eu a escrever pois geralmente sou muuuuuuuuuuuuuuuuuuito exigente comigo!
Uma noite descansada e as melhoras.
Claro que é o seu caso, José, ou eu não teria escrito "Gosto muito deste seu NOCTURNO...". Se não gostasse teria sido um pouco menos exuberante, ainda que educada.
ResponderEliminarUm bom descanso também para si
Bom dia Maria João e muito obrigado.
ResponderEliminarProvavelmente é desse seu estímulo que necessito para continuar a escrever poesia!
As melhoras.
Olá, José!
ResponderEliminarPossa eu servir para alguma coisa de útil e já fico muito contente
Obrigada!
A Maria é uma luz na poesia!
ResponderEliminarOu melhor... é a LUZ!
Bondade sua, José! Quando muito serei uma luzinha muito pequenininha, quase, quase invisível...
ResponderEliminarAbraço!
Olá Maria João,
ResponderEliminarA sua luz mesmo ínfima ilumina mais que muitas enooooooooormes.
Entretanto lembrei-me duma prima que faz quadras e poesias como quem bebe água.
Em tempos entregou-me algumas e eu criei um blogue com elas.
Ei-lo.
https://obloguedaisilda.blogs.sapo.pt/
Não vale a pena comentar pois ela não percebe nada desta geringonça!
Mas é só para a Maria João perceber como nasce a poesia popular na minha aldeia, feita por alguém que mal sabe ler e escrever!
Olá, José!
ResponderEliminarJá fui ao blogue da sua prima e deixei-me encantar, claro está, ao ponto de subscrever o blog, mas penso que não vou ter muita sorte porque só depois vi que a última actualização datava de 2014... Mas hei-de lá voltar para ler mais alguns poemas! Nunca na minha vida fui alheia à poesia popular e eu própria utilizo muitas vezes a chamada medida antiga - redondilha maior e menor- que levo sempre para https://asmontanhasqueosratosvaoparindo.blogs.sapo.pt/ . Deixo o https;//poetaporkedeusker.blogs.sapo.pt/ só para os sonetos na medida nova, que podem ser em verso decassilábico heroico, sáfico ou misto, verso hendecassilábico, verso eneassilábico ou dodecassilábico alexandrino. Também por lá anda um pobre soneto bárbaro - com mais de doze sílabas poéticas - que escrevi às três pancadas porque não gosto do dito-cujo e que acabou por ir parar ao meu último livro.
Obrigada e um abraço, José!
Boa noite José da xã
ResponderEliminarMuito bem.
Gostei.
Feliz noite.
Obrigado Maria.
ResponderEliminarBoas férias se for caso disso!
Olá boa noite,
ResponderEliminarela escreve estas poesias como quem bebe um copo de água. Depois lembra-se de todas. Diria que não será de todas mas de algumas que considere mais importantes...
Seja como for até já declamou as suas quadras naquele programa da RTP o Preço Certo que faz muitos anos que não vejo! Nem vi a sua actuação!
Tem um verbo fácil pois não se metam com ela pois leva sempre resposta.
Uma noite descansada e as suas melhoras.
Sim José, estou de férias .
ResponderEliminarObrigada!
Boa tarde, José.
ResponderEliminarPensei que só eu tivesse encalhado e começado a faltar neste dia mas, pelos vistos, também não tem publicado...
Espero que ao contrário de mim, esteja a gozar uns bons dias de férias
Um abraço!
Férias Maria João? Com uma neta de três anos?
ResponderEliminarPor acasobestoy acesctever um conto mas não será para publicar agora, somente no livro que estou a preparar.
Qyanto a poesia... muita coisa rola nesta cabeça. Todavia com a ideia das rimas torna-se mais difícil.
A ver o que sai ainda esta semana.
E quanto a si como está?
As melhoras!
Ooops, desculpe, José, tinha-me esquecido da sua pequenina neta...
ResponderEliminarQuanto à poesia, ela não tem de ser necessariamente rimada nem metrificada. Se sente a rima como um obstáculo é porque a poesia o empurra para outros caminhos poéticos. A poesia é vastíssima e praticamente infinda nos seus formatos e a minha longa experiência diz-me que cada qual deve seguir o caminho que o coração/Musa lhe dita.
Ando sem forças, por dentro e por fora. Já não prometo nada, nunca sei se amanhã estarei, ou não, em condições de publicar e visitar os blogs dos amigos, nem de me juntar ao meu grupo do Horizontes da Poesia que agora se mudou para o Facebook.
Obrigada e outro abraço!
Maria João,
ResponderEliminarestimo muito as suas melhoras... E não pare nunca de escrever!
Por favor!!!!!!!!!!!!!!
Que as musas - a minha, pelo menos - o oiçam, José, que eu ando muito, muito desinspiradinha e sem um décimo da força anímica que costuma ter... Obrigada!
ResponderEliminarUma noite repousada e um abraço!
Bora lá escrever uma desgarrada?
ResponderEliminarPode ser que a rolha da Musa salte!
Posso começar eu?
Mas só se me autorizar a desafiá-la...
hummmm, tenho a impressão de que as quadras continuam a ser como beber um copo de água, como acontece com a sua prima Izilda
ResponderEliminarPode começar, mas não vamos até muito tarde, está bem? Força!
Então, José, que se passa?
ResponderEliminarChamou-o o João Pestana,
Ou roeu-lhe alguma traça
Bonomia, garra e gana?
*
Mª João
Sem net!
ResponderEliminarChegou agora!
Bora lá!
ResponderEliminarEscrevi um postal com uma quadra.
ResponderEliminarJá escrevi sim senhora
ResponderEliminarVamos então embalar .
Uma Musa até à hora,
Que ela quiser deitar.
Já lá está, José, já lá está!
ResponderEliminarEstá por baixo da sua quadra, no novo post!
ResponderEliminarFiz asneira? Queria desgarrar neste post???
Não podemos fazer em qualquer lado!
ResponderEliminarentão já fiz asneira... Desculpe, José!
ResponderEliminarA partir de agora só vou atrás da sua quadra, não tomo a iniciativa, prometo!