Viagem
Há tristes dias assim
De vida santificada
Um simples crescer em mim
De uma vida dedicada.
Mas neste redor há paz
Candura, luz, alegria.
Hoje sou muito capaz
De viver este meu dia!
Vi belezas tantas, loucas
Únicas no coração
Guarda-las-ei como poucas
Cabem todas numa mão.
Vejo alegre azáfama
De quem deu o que me deu.
Sem prémio, glória, fama
De e a nada se escondeu.
Parto breve, de regresso
O coração aqui fica.
Não quero fugaz sucesso,
Apenas ter a alma rica.
Já vi que quem visita fica para sempre marcado...
ResponderEliminarBom regresso! E boa semana!
ResponderEliminarInspiração em alta!
Fica mesmo!
ResponderEliminarCom as paisagens, com as pessoas, com o peixe e a carne...
Obrigado!
ResponderEliminarEspírito renovado em poesia foi transformado para um regresso muitissimo inspirado! Viva!
ResponderEliminarE viva também a amizade!
Bom regresso Amigo!
Beijinhos!
Aquela serenidade dos ilhéus é algo incompreensível. Grande gente que através deste poema quis homenagear!
ResponderEliminarBom dia nesta alegria de quadras e quadrinhas, José! :)
ResponderEliminarUm abraço
Olá Maria João,
ResponderEliminarEstava deveras preocupado.
Uma viagem às Flores deu nisto.
Quadrinhas singelas já que melhor não sei esgalhar!
Desejo-lhe rápida recuperação.
ResponderEliminarAs melhoras!
Obrigada, José!
ResponderEliminarEstou a fazer por isso embora esteja ainda muito empenada... até ao nível da escrita, imagine!
Quanto à escrita deixe-me duvidar. Pode eventualmente estar com menos paciência para escrever, mas a competência não se esgota assim!
ResponderEliminarBom fim de semana1
As competências não se perdem, mas não me bastam, José. Para se escrever um bom poema é preciso "garra" e essa garra pode perder-se completamente quando se está muito doente ou quando se tomam medicamentos antiálgicos que actuam sobre o sistema nervoso central.
ResponderEliminarUm abraço e um bom fim-de-semana!
Obrigado e as melhoras!
ResponderEliminarSem pressas, "pasito a pasito" ,tenho a impressão de que as coisas estão um pouco melhor e que até pode ser que eu retome algum do meu ritmo anterior
ResponderEliminarFico muito contente.
ResponderEliminarSempre fui de opinião que a atitude nas doenças também é meio caminho para as melhoras.
Ainda teremos de trocar galhardetes poéticos...
Desde os Santos Populares que não escrevo quadras a preceito. Escrevi estas em Santa Cruz das Flores, mas foi assim de repente sem cuidados de métricas, apenas de rimas!
Amanhã á tarde tento enviar-lhas por e-mail, já escandidas. :)
ResponderEliminarJá lhas enviei, José!
ResponderEliminarBoa noite e bom descanso!
Amanhã que já foi... ontem!
ResponderEliminarObrigado.
Bom dia, José! :) Estou a voltar ao meu normal, já não consigo ter um trabalhito entre mãos sem me lançar a ele, rsrsrs
ResponderEliminarNão tem de quê, amigo!
Ja mudei. Veja lá se agora bate certo...
ResponderEliminarMais ou menos.
Não é mais-ou-menos, é TUDO!!! : D Agora está muito mais melódico, este poema em quadras certeiras no ritmo, José! Só naquele verso da AZÁFAMA é que houve um pequeno deslize, mas eu sei bem porquê: A última sílaba de cada verso deve ser contada na última sílaba tónica e "azáfama" é um palavra proparoxítona. A última sílaba poética é o "ZÁ" e não o "FA"...
ResponderEliminarMas dou-lhe os meus sinceros parabéns! Dá gosto ler este seu VIAGEM!
A Maria João diz que perdeu a garra de escrever mas não perdeu a simpatia!
ResponderEliminarObrigado.
Poema escrito sob a noite florentina mesmo defronte do Império!
Também não se pode perder tudo, tudo de uma só vez, rsrsrs
ResponderEliminarE a garra de escrever ainda está fraquita mas já voltou a "rugir"
Está em Florença, José???
Estive na ilha das Flores nos Açores.
ResponderEliminarComo pode ver aqui:
https://ladosab.blogs.sapo.pt/as-ilhas-perfeitas-ii-1577376