Tanto e tão pouco
Queria beijar-te.
Com beijos simples uns
outros molhados.
Quentes os primeiros
Singelos os outros.
Queria abraçar-te.
Enlear-te nos meus braços
e apertar até sentir
o teu peito contra o meu
a arfar.
Queria amar-te.
Entregar-me assim,
sem condições, desejos.
Ou fugas.
Queria apenas amar-te
Mas como sempre,
há um tortuoso caminho,
demasiada tristeza,
um rio que não corre,
uma lua que não brilha.
Não há lua que não brilhe, quando se ama.
ResponderEliminarBela inspiração!
Que palavras bonitas.
ResponderEliminarObrigado Isabel!
ResponderEliminarObrigado.
ResponderEliminarÉ mesmo isso, tanto e tão pouco! Um poema muito lindo!
ResponderEliminarObrigado!
ResponderEliminarUm grande beijinho, por um poema tão bonito.
ResponderEliminarObrigado!
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