Escrita a gosto! #11
dia 11 - verde
Uma jovem entrou na farmácia em passo lento. Dir-se-ia mais que rebolava tal era o seu peso. Para além do aspecto volumoso a jovem denunciava evidente desmaselo. O cabelo apertado num novelo quase se assemelhava a um ninho, a roupa que trajava estava suja e malcheirosa, os chinelos de enfiar mais estragados que inteiros. Toda ela parecia saída de um qualquer esgoto...
Aproximou-se do balcão e perante o técnico:
- Bom dia! - cumprimentou numa voz quase abafada.
- Bom dia, faça favor de dizer.
- Quero uns comprimidos para as dores!
- Tem receita?
- Ah não, é preciso?
- Convém...
Depois num acesso de lucidez:
- Ah espere...
Foi à sacola meio descosida e tirou de dentro uma pequena embalagem. Mostrou-a ao famacêutico, dizendo:
- É igual a esta caixa verde!
(baseada em factos reais)
E quantas mais andaram por aí...
ResponderEliminarBeijinhos meu querido.
Agora fiquei com pena da moça
ResponderEliminarO probkena é qye demasiada gente a automedicar-se sem saber o que está a tomar.
ResponderEliminarEste caso foi real passou-se mesmo ao pé de mim na farmácia onde costumo gastar.
Porquê? Por automedicar-se? Ou sou conhecer os remédios pelas cores da caixa?
ResponderEliminarCada vez mais vai acontecer isso, infelizmente....
ResponderEliminarmuito bom! beijos, amigo
ResponderEliminarAntes fosse por isso...
ResponderEliminarHá muita gente a usar a farmácia quase como consultório psicológico!
ResponderEliminarPretendem é falar, ter atenção, serem ouvidas.
Obrigado Ana!
ResponderEliminarMas após o exercício dos Lápis de cor fiquei uma bocadinho de pé atrás com as cores!
porquê!?
ResponderEliminarPorque tenho medo de me repetir nas estórias ou nos temas!!!
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ResponderEliminarjá só falta uma cor
Mais uma?
ResponderEliminarTu queres dar cabo de mim...