Um rito de passagem – VIII

Resposta ao desafio da Ana


Ângela chegou muito tarde a casa após uma viagem alucinante, que passou por um pneu furado, um radiador roto, muita fome e também muito, muito receio.


De tal forma tivera tanto medo nessa viagem, que ocorrera havia perto de 15 anos, que a jovem guardou um momento final que consideraria agora quase solene, não fosse ser uma coisa tão vulgar, tão simples.


E a verdade é que desde esse dia, Ângela, manteve o rito consigo e dissessem o que dissessem ela fazia questão de o preservar na sua vida.


Também naquela noite quando regressou após muitas horas a conduzir e onde voltou a recordar outros lugares, fez questão de manter o rito. Assim, logo que chegou ao seu apartamento fê-lo.


Um gesto tão simples e de passagem que quase parecia corriqueiro e sem importância, mas para ela era o seu momento especial do dia!

Comentários

Anónimo disse…
Boa noite José!!
O que será?Estou curiosa.🤔
Amanhã diz?
Estou a adorar só hoje consegui ler tudo .
Boa noite .Cumprimentos.
luisa Faria. 📚
José da Xã disse…
Olá Luísa,

posso dizer já até porque os exercícios são diferentes e não ligados. Eu é que para me atrapalhar faço ligaçáo.
A solução está em cada leitor! Cada um deverá achar nos seus gestos o que melhor se enquadraria neste ritual...
Anónimo disse…
Bem pensado. Obrigada
Até amanhã.

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