Um prazer inenarrável – XXIII
Resposta ao desafio da Ana
Caía sobre a cidade o escuro manto da noite. Iniciara, entretanto, a soprar uma brisa fria e desconfortável. Alcides pegou no seu casaco e colocou-o sobre os ombros de Ângela que educadamente recusou:
- Obrigado Alcides, mas não necessito de casaco. Geralmente não sou friorenta.
- Isso é raro nas mulheres.
- Pois é… - concordou ela.
Levantaram-se do banco do velho jardim e principiaram a andar lado a lado. Caminhavam devagar. As luzes da cidade surgiam agora à sua passagem como se quisessem iluminar o caminho de ambos.
Foi ela que reparou:
- Que coisa estranha…
- Que foi? - Perguntou ele.
- Conforme vamos andando as luzes vão-se acendendo.
- Olha pois é… que coisa tão engraçada – concordou Alcides para logo acrescentar:
- Queres ir jantar?
Ao que Ângela respondeu:
- Talvez mas mais daqui a pouco… porque é um prazer inenarrável ver este fenómeno!
bom dia, amigo José!
ResponderEliminarbem esgalhado estou a adorar! estás a guardar em pdf?
beijinhos enormes e dias plenos de momentos felizes
Bom dia Ana.
ResponderEliminarEstou a guardar em Word...
boa! no fim podes gravar em pdf
ResponderEliminarPara quê consegues explicar?
ResponderEliminarpara partilhares! o word tem muitas versões e a maioria não é compatível. o pdf toda a gente consegue abrir!
ResponderEliminarMas miúda... achas que alguém irá querer ler este folhetim cor-de-rosa?
ResponderEliminarmoço! eu sou alguém! ganha tino
ResponderEliminarbeijos e feliz dia
Tu não és só alguém és a Ana de Deus a menina de (quase) todos os desafios.
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ResponderEliminarA paixão é tanta que até as luzes a acenderem são encantadoras...
ResponderEliminarÉ isso mesmo!
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