Na praia
Deitados de costas na areia numa praia deserta naquele brando inverno, a mão direita de um entrelaçada na mão esquerda do outro, pareciam ambos dormitar.
Uma brisa vinda do mar tentava arrefecer o ar meio tépido da tarde. No entanto o Sol continuava a emanar os seus braços fortes e por isso o casal sentia-se, naquele instante, muito bem. Aconchegado, como se um manto os tapasse!
Ela de olhos fechados perguntou como quem não quer a coisa:
- Onde vamos jantar hoje?
Ele meio estremunhado, já que estava quase a dormir, devolveu:
- Ora essa é uma boa pergunta… Diz tu!
- Oh, eu não conheço restaurantes como tu…
- Mas podias ter alguma ideia.
- Não tenho – respondeu ela – pronto, deixa, quando formos embora pensaremos nisso.
Voltaram ao silêncio.
Todavia por pouco tempo, já que ela voltou a falar:
- Sabes… há uma coisa que eu ainda não sei de ti…
- E qual é?
- Gostaria de saber qual a tua cor preferida.
- Isso é fácil. É o azul, Céu!
Ora cá está um texto brilhante. Estava mesmo a ver que não utilizavas a cor
ResponderEliminarBom dia,
ResponderEliminarComunico a Vossa Excelência que este não é o texto de desafio. Repito não é.
Face ao que precede agradeço que recue um postal onde encontrará um belíssimo poema referente ao dito exercício de escrita.
Assumo que o primeiro texto para o desafio seria este. Porém achei que era engraçado mas insuficiente.
Finalmente ainda bem que gostaste.
José, que coisa bonita que aqui partilhou com o seus leitores
ResponderEliminarGostei tanto!
Muito bom!!
ResponderEliminarEra capaz de continuar a ler esta história!
Este texto era para ter entrado no desafio do azul, mas como havia muita concorrência deste autor (amanhã sairá outro texto!!!), acabei por sorteá-los e ganhou a poesia. Mas não quis deixar de partilhar este exercídio.
ResponderEliminarObrigado.
Por favor não me peças isso.
ResponderEliminarJá tenho muita coisa para escrever!
Sim senhor, tudo despachado e ainda temos direito a extras
ResponderEliminarÉs demais
E amanhã há mais um.
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