Saudades tuas!

Revi-te hoje… tão, tão ao longe.


Esse sorriso matreiro, inocente


Agora que pareço um monge…


Não esqueço esse riso quente.


 


Tenho saudades, muitas, tantas


De se sentir encostada a mim


Sei que te enrolas em mantas


Numa brincadeira sem fim.


 


Quanto tempo decorrerá ainda


Até te receber nos meus braços?


Sei que a minha vida não finda,


Até voltar a receber teus abraços.


 


És o meu incalculável tesouro


Que quero para sempre resguardar


Não há sarraceno nem mouro,


Que eu não te consiga guardar!

Comentários

imsilva disse…
Já devem de estar quase todos a passar o isolamento. Rapidamente poderas voltar a dar-lhe abracinhos.
Beijinhos a todos.
José da Xã disse…
Nao sei nso Aquilo por lá nao está nada bem.
A miúda está bem mas eles estão muito em baixo.
Maria Araújo disse…
Dá tempo.
O mais importante é que os pais melhorem para a filha voltar para os teus braços.
Beijinho

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