Vinte e um!

Cerram-se com vigor os punhos.


Gritam-se alarvemente alegrias,


Sonham-se luminosos Junhos


Repletos de luz e energias.


 


Saiba eu quem somente acredite,


O que tantos outros desejam


Há quem ainda muito medite,


No que os crédulos ensejam.


 


Saiu um ano, entrou um ano,


todavia a dor ainda aqui fica


Sem sequer saber qual o dano


Nem o que aquele significa.


 


Foram dias, semanas, meses,


Abraços e carinhos proibidos


Foram tantas, tantas as vezes,


Que perdemos nossos sentidos.


 


Que possa finalmente eu dar


Aquele abraço sincero, quente


E em vez de um vazio, um mar


De mãos abertas a toda a gente!


 


A esperança mora aqui!

Comentários

  1. A esperança mora em todos os nossos corações.
    Ainda não tive tempo de ver o teu mail.
    Beijinho

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  2. Ainda bem Isabel!
    É muito bom sinal.
    E a esperança é uma coisa tramada !

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