Ternuras!
Olho-me ao espelho enquanto te tento adormecer.
Recuo tantos anos que já esqueci as tristezas de outrora.
Porque te tenho agora frágil, dependente. Sei reconhecer
Que te sinto no meu coração sem marcação de hora.
Acaricio-te os cabelos áinda tão ralos e tão finos
Tu aninhas-te no meu ombro e soltas sempre feliz,
Uma gargalhada que enche o peito. São os sinos
Estridentes de amor de alguém por uma petiz.
Quem me diria que amar tambem pode ser
Deixar amachucar a cara, os lábios, a face
Por umas mãos tão pequenas. Sei-me oferecer
Sem medo, nem temor a ela, sei que merece.
Sorrio agora do meu passado amargurado e triste
Pois jamais acreditei ou imaginei sonhar assim.
Feito de outras alegrias e entregas. Quem assiste
Ri-se com admiração pois vê como sou feliz enfim.
Consegui sentir a tua ternura e felicidade deste lado.
ResponderEliminarAproveita. Beijinho para os avós e para a neta.
Tão Bom, José!
ResponderEliminarQue esse amor não pare de crescer, entre vós, pela Vida fora!
Boa noite!
Obrigado Isabel.
ResponderEliminarSei que me entendes.
é tão bom saber-te feliz
ResponderEliminarEstou quase sempre feliz.
ResponderEliminarBasta estar vivo...
ResponderEliminarBoa noite Zé,
ResponderEliminardesculpa mas só agora vi este comentário.
Entre nós está a crescer uma relação (ou será ralação?) muito forte. Ao ponto de a menina preferir o meu colo ao do pai...
Mas ainda é muito pequena... nove meses.
Ainda haverá, espero eu, muito caminho para palmilharmos juntos!
Uma óptima semana!
As Maravilhas de ser avô (babadíssimo)!!!
ResponderEliminarTerão, certamente, muitas aventuras para partilhar...
Boa semana, José!
Zé sinceramente?
ResponderEliminarNunca pensei!