Intempérie!
Sopra um vento feroz,
Traz fogo, fúria e raiva,
De solidão e ausência,
Um mundo agitado.
Sopra uma brisa branda,
Traz cheiros e sons,
De ondas e mar,
De brilhos e alegrias.
Sopra um sopro mui leve,
Traz a simples esperança,
De sol, luz, sonhos,
Uma mão estendida.
De quase nada!
Oh caneco, quero um sopro mui leve...
ResponderEliminarTambém eu.
ResponderEliminarIsto de poesia é muito difícil.
Prefiro o Elizario...
Belo poema, José!
ResponderEliminarBom fim-de-semana!
Fraquinho...
ResponderEliminarGosto muito de poesia mas não a sei escrever...
Está muito mais bonito do que o meu, querido amigo!
ResponderEliminarBeijinhos
Tão simpática.
ResponderEliminarObrigado.