Às mães
De que sangue são as mães,
Que ousam amar os filhos,
Para além da vida e da morte?
De que alma se revestem as mães,
Quando através de um vidro,
Celebram do filho doente, a vida?
De que vontade talham as mães,
Sob dores, tristezas e angústias,
A esperança de dias melhores?
De que cor é a crença das mães,
Nas lágrimas e nos beijos por dar,
No filho ausente em parte incerta?
As mães…
são feitas de sofrimento e agonia,
de risos e amparos, de dores e silêncios.
Perfeitos os corações das mães.
Mais que perfeitos, diria eu. Bom domingo.
ResponderEliminarE dizes muito bem!
ResponderEliminarSão autenticas guerreiras
ResponderEliminarBoa semana!
São mesmo!
ResponderEliminarBoa semana.
Coragem miúda!
Para ti.
ResponderEliminarUm lindo poema.
Mas há homens que não entendem o que é ser mãe e criar um filho sozinha.
Beijinho
Verdade!
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