21 dias na aldeia (9)
VIII - Amor
Belezas, de que Amor prisões me tece!
Oh! Risos leves que regeis meu fado!
Oh, tesouro! Oh mistério! Oh par sagrado,
Onde o meu pensamento adormece!
Oh ledos olhos, cuja luz parece
Ténue raio de sol! Oh gesto amado
De rosas e açucenas semeado,
Por quem morrera esta alma se pudesse!
Oh lábios, cujo riso a paz me tira,
E por cujos dulcíssimos favores
Talves o próprio Júpiter suspira!
Oh! Perfeições! Oh dores encantadores!
De quem sois? Sois de Vénus? - É mentira!
- Sois de Columbina, sois de meus amores!
Belezas, de que Amor prisões me tece!
Oh! Risos leves que regeis meu fado!
Oh, tesouro! Oh mistério! Oh par sagrado,
Onde o meu pensamento adormece!
Oh ledos olhos, cuja luz parece
Ténue raio de sol! Oh gesto amado
De rosas e açucenas semeado,
Por quem morrera esta alma se pudesse!
Oh lábios, cujo riso a paz me tira,
E por cujos dulcíssimos favores
Talves o próprio Júpiter suspira!
Oh! Perfeições! Oh dores encantadores!
De quem sois? Sois de Vénus? - É mentira!
- Sois de Columbina, sois de meus amores!
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