21 dias na aldeia (11)
X - Ceguinha
Era a mais linda de tôda aquela aldeia,
A pequena, a cachopa mais singela.
A mais fresca, a mais simples, a mais bela,
Que se pode pensar em cada ideia.
Seus olhos eram sóis em noite escura,
Estrêlas que brilhavam cintilantes,
Eram lindos, eram dois diamantes
Raros numa bonita face pura.
Quatro anos, não mais, viva, ladina.
Tão esperta e formosa a Heradina...
Uma dia, uma só hora, um só segundo,
Um momento bastou para apagar
Um dos sóis que iluminavam o mundo.
Uma estrêla brilhante a cintilar!
O diamante não é já verdadeiro
E só um sol brilha na noite escura.
Apagou-se um farol, e um só luzeiro
Reluz na face linda, ainda pura!
Eu tenho o seu retrato, antigamente.
O actual, conservo-o eu na mente...
Era a mais linda de tôda aquela aldeia,
A pequena, a cachopa mais singela.
A mais fresca, a mais simples, a mais bela,
Que se pode pensar em cada ideia.
Seus olhos eram sóis em noite escura,
Estrêlas que brilhavam cintilantes,
Eram lindos, eram dois diamantes
Raros numa bonita face pura.
Quatro anos, não mais, viva, ladina.
Tão esperta e formosa a Heradina...
Uma dia, uma só hora, um só segundo,
Um momento bastou para apagar
Um dos sóis que iluminavam o mundo.
Uma estrêla brilhante a cintilar!
O diamante não é já verdadeiro
E só um sol brilha na noite escura.
Apagou-se um farol, e um só luzeiro
Reluz na face linda, ainda pura!
Eu tenho o seu retrato, antigamente.
O actual, conservo-o eu na mente...
Muito lindas estas quadras e este poema,sim,senhora,adorei ler.
ResponderEliminarMas isto não é meu!
ResponderEliminarFoi escrito há mais de sessenta anos por alguém que nunca conheci.
Não importa quem escreveu,eu gostei na mesma!!
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